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A mostrar mensagens de fevereiro, 2014

Interuallum

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Eu gosto de café! ( literalmente "o café agrada-me")   potio : bebida  — cf. português:  poção   Do latim ao português: Na passagem para o português, a sequência -ti- dá em português c / ci   Exemplos:  latim:   ini ti um — português:   iní ci o latim:   ini ti are — português:  ini ci ar latim:  spa ti um — português:   espa ç o latim:  ui ti um /vitium — português:  ví ci o  

3ª lição — documentum tertium

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Ecce Flora! 1. Flora dea erat: Flora era uma deusa. 2. Puella amat deam Floram: a rapariga ama a deusa Flora. 3. Pictura pulchra est: a pintura é bonita. 4. In pictura deam Floram uideo: na gravura (pintura) vejo a deusa Flora. 5. In pictura deam Floram uidemus: na gravura vemos a deusa Flora.   Observemos:  a) Frase 1 : frase nominal — sujeito - Flora +   predicado nominal (verbo+ predicativo do sujeito ) - dea erat ; erat : pela semelhança com o português, vemos que se trata do pretérito imperfeito do modo indicativo - 3ª pessoa do singular (desinência - t ) b) Frase 2 constituída por : sujeito - puella -  + predicado (verbo+ complemento directo) - amat deam Floram c) Frase 3 : semelhante à 1 d) Frases 4 e 5 : o sujeito não está expresso, está incluído na terminação da forma verbal — uideo : 1ª pessoa do singular ( eu ); uidemus: 1ª pessoa do plural ( nós ) ; in pictura — indica o lugar (onde): in é uma preposição; pictura — trata-se de um outro caso latino, o ABLATIVO ....

2ª lição (continuação)

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Então: —  Se o nome desempenha a função de sujeito , está no nominativo — nos nomes femininos que vimos termina em – a —  Se o nome desempenha a função de complemento directo , está no acusativo — nos nomes femininos que vimos termina em – am   Nominativo e Acusativo são CASOS — chamam-se assim as diferentes terminações das palavras, de acordo com a sua função sintáctica.   Nominativo — caso do SUJEITO e do PREDICATIVO DO SUJEITO (que concorda com o sujeito) Acusativo — caso do COMPLEMENTO DIRECTO   Frases simples: Vitam amo : eu amo a vida. Vita pulchra est: a vida é bela. Pulchram uitam amo: amo a vida bela. Habeo pulchram uillam: tenho uma bonita casa de campo. Villa mea pulchra est: a minha casa de campo é bonita. Femina lusitana pulchra est: a mulher portuguesa é bonita. Lusitania pulchra  est: a Lusitânia (Portugal) é linda. Historia magistra uitae est: a história é mestra da vida.     — insula pulcherrima : uma ilha muito bonita     pulcherrima é o superlativo de pulchra  

2ª lição — Documentum secundum

Vejamos as frases:   1. Linguam latinam amo / amo linguam latinam : eu amo a língua latina ou eu gosto da língua latina 2. Linguam latinam disco : eu aprendo (eu estudo) a língua latina 3. Lingua latina pulchra est : a língua latina é bonita   Estas são três frases simples. — O que concluímos com a sua análise e tendo em conta a tradução:   a) a frase 1 e a frase 2 são constituídas por verbo + complemento directo (o sujeito está implícito na terminação da forma verbal); b) a frase 3 é constituída por sujeito + predicado nominal (verbo copulativo + predicativo do sujeito); c) nas frases 1 e 2 não temos um sujeito expresso — a terminação da forma verbal diz-nos que se trata da 1ª pessoa do singular (eu); d) o verbo vem no fim da oração.   — Se atentarmos nas frases 1 e 2, vemos que a expressão que foi traduzida por língua latina , corresponde, em latim a linguam latinam ; — Olhando para a frase 3, vemos que, para a mesma tradução, a expressão latina é lingua latina   Porquê esta dife...

1ª Lição — Documentum primum

Na página inicial, saudámos o visitante, cada um, individualmente, ou todos, omnes :   Salue — saudação a uma só pessoa — corresponde a um "bom dia", "viva"; Saluete — dirige-se a várias pessoas ao mesmo tempo.   É uma forma de saudação, mas, na realidade, são formas verbais. Trata-se do imperativo do verbo que significa "estar de boa saúde", "estar bem", sendo salue a 2ª pessoa do singular e saluete a 2ª pessoa do plural.   Pode também aparecer com a grafia salve e salvete .   Porquê estas duas grafias?   No latim clássico não existia a letra v — mas sim a semi-vogal u , que podia ter valor vocálico ou valor consonântico (quando maiúscula tem a forma V , que vemos nas inscrições), só mais tarde se fez a distinção gráfica entre as duas situações.   É esta forma — Salve — que, no catolicismo,  temos na oração à Virgem, Salve Rainha.   — Com o mesmo valor, saudando aquele que chega, a forma  aue / ave ,  que todos conhecem da saudação ao im...

SALVE!

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    Salue! Saluete omnes!     Linguam latinam discamus !